Nada desse paladar doce
Amanheci num mar de sal
Nada de cantar uma canção de amor
Adormeci, trinquei o cristal
Nada de viver um sonho bom
Você e eu fora do tom
Nada de justificar a nossa dor
Não me esqueci quem me sangrou
Amanheci num mar de sal
Nada de cantar uma canção de amor
Adormeci, trinquei o cristal
Nada de viver um sonho bom
Você e eu fora do tom
Nada de justificar a nossa dor
Não me esqueci quem me sangrou
Uma ferida que não quer fechar
Uma saída pra não se encontrar
Quando eu lhe dei meu melhor vinho, você cuspiu
Quando eu lhe dei meu melhor sorriso, você fingiu que não viu
Uma saída pra não se encontrar
Quando eu lhe dei meu melhor vinho, você cuspiu
Quando eu lhe dei meu melhor sorriso, você fingiu que não viu
Gente, será que é assim quando o amor acaba? PUFF eu não sinto mais nada por você?!
Porque foi bem assim mesmo, desligou um botãozinho. Será que isso se chama cansaço? Será que foi apenas tão natural, sem aquela necessidade que corre nas minhas veias pelo DRAMA, sem querer tentar de novo ou imaginar como seria... Sem nem pensar sobre. Só desligou.
Último trecho que eu tinha anotado de Comer, Rezar, Amar - Elizabeth Gilbert:
Sem falar que eu finalmente havia chegado na idade em que uma mulher começa a questionar se a maneira mais sensata de superar a perda de um lindo rapaz de olhos castanhos é mesmo levar outro pra cama imediatamente. É por isso que estou sozinha. É por isso, na verdade, que decidi passar este ano inteiro sozinha.
(...)
Basta dizer que, naquela noite, ele ainda era em igual medida, meu farol e minha ave de mau agouro. A única coisa mais inconcebível que ir embora era ficar; a única coisa mais impossível do que ficar era ir embora. Eu não queria destruir nada nem ninguém.
(...)
Ultimamente quando me sinto sozinha, penso: então fique sozinha, Liz. Aprenda a lidar com a solidão. Aprenda a conhecer a solidão. Acostume-se a ela, pela primeira vez na sua vida. Bem-vinda à experiência humana. Mas nunca mais use o corpo ou as emoções de outra pessoa como um modo de satisfazer seus próprios anseios não realizados.
(...)
Comecei cedo na vida a correr atrás do prazer sexual e romântico. Mal tive uma adolescência antes de arrumar meu primeiro namorado, e sempre tive um menino ou um homem (ou, algumas vezes, os dois) na minha vida desde os 15 anos. Isso agora faz – deixe me ver – mais ou menos 19 anos. Ou seja, durante duas décadas estive envolvida com algum tipo de drama com algum tipo de cara. Cada qual se sobrepondo ao seguinte, sem sequer uma semana de intervalo entre os dois. E não posso evitar pensar que isso representou uma espécie de entrave no meu caminho rumo à maturidade.
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