Eu tenho saudades de muitas coisas. As pessoas dizem que não é pra ficar tendo saudade, cultuando o passado, enquanto o futuro tá aí batendo na porta e você tá perdendo. Mas eu acho que o passado faz parte de tudo o que você é, de QUEM você é. De todos os seus erros e aprendizados e as coisas que você queria que tivessem sido e não foram.
Não é que eu não tenha me desvinculado do passado, sabe. Esse último post, sobre seis anos atrás... é que foi importante, só. Eu sei viver o agora. Pelamor né, eu tenho um carpe diem no pulso, onde o sangue passa seiláquantas vezes por segundo pra me lembrar que eu to viva. Mas eu vejo em cada traço, em cada sombra, em cada passo do hoje, o reflexo do passado. Porque essa é a lei cármica, a lei do universo, o jeito que as coisas são.
A gente escolhe um caminho e depois sai chamando ele de destino por aí, pra tirar a culpa das costas.
Eu não. Eu sei tudo que eu fiz. E mesmo errado, mesmo tendo doído por muito tempo, mesmo com as lágrimas... mesmo ainda hoje parando pra olhar pro céu procurando qualquer coisa quando toca aquela música... mesmo assim eu tenho saudades. E ter saudades significa que valeu alguma coisa.
Pior é ter a vida em branco, ou um caderno perfeito, sem páginas rasgadas. Uma história só, com começo e sem fim, sem dor, sem angústia, sem felicidade. Porque só existe a luz graças à escuridão, não é?
"não existiria sooom, se não houvesse o silêncio".
Eu gosto de ser quem eu sou, com todos os meus problemas e mistérios e milhares e milhares de segredos. Eu gosto da minha auto-confiança, de correr atrás do que eu quero. De desejar e conseguir. Ou lutar, lutar e o mundo não colaborar... Não importa. Nenhum ponteiro do relógio se mexe em vão.
Não tem um sol novo no céu todo dia, é sempre o mesmo. É sempre a mesma vida, é sempre você, eu, as pessoas. As mesmas pessoas. E as chances que surgem.
Sentimentos começam e terminam e ultimamente eu nem vejo.
Tempo, tempo, tempo, tempo...
Mostrando postagens com marcador Besteiras que amanhã passam. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Besteiras que amanhã passam. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 2 de junho de 2011
segunda-feira, 22 de março de 2010
É hora.
Eu to confusa.
To tendo provas daquilo que eu sempre me recusei a acreditar.
Quando as pessoas falam sem conhecer a situação, é normal esperar aquele tipo de resposta. Mas e quando elas conhecem? Será que todo mundo está certo e eu não quero ver?
"Nem desistir, nem tentar, agora tanto faz..."
Só sei que eu preciso mudar a minha vida.
(...)
Mas eu não vou te esperar, se você não resolver
Se tem medo de me acompanhar
Pode deixar, eu me mando sem você
Eu já gritei, eu me arrisquei,
Eu me queimei, eu fiz de tudo
Eu me pus no seu lugar,
E se você não responder não fico mais nenhum segundo
Nada vai me segurar
Não vou ficar marcando passo,
Me diz agora se você vem comigo ou se vai ficar
Eu já tô largando tudo, caindo fora
Nada mais me prende aqui nesse lugar
Tô mudando o meu destino
Joguei fora o que não presta
Agora eu quero mesmo e vou enlouquecer
É hora da virada partir pro tudo ou nada
Eu não tô com nem um tempo pra perder...
Eu não quero nem penso em deixar ninguém pra trás, mas agora eu que imponho as regras.
Já cansei de me machucar, de me olhar nos olhos e não me encontrar. De acordar pela manhã pensando em não sair mais da cama.
Não vou mais deixar nada nem ninguém me fazer mal.
Doa a quem doer. E eu sei que vai doer muito mais em mim.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Sempre que estou indo, volto atrás.
Eu sempre digo que dessa vez não será assim, mas fica sendo. Sabe aquelas promessas que você faz pra você mesmo e não conta pra ninguém? Mesmo porque são ridículas demais para deixar que os outros saibam, e então você fica com vergonha de você quando não consegue controlar. É, eu tenho vergonha de ficar triste assim.
Eu queria ter aqui uma floresta. É, podia ser aquela com o coração na árvore, ou então aquela com o pinguinho na folha. Não importa, tinha que ser uma floresta daquelas em que você se perde. Uma com uma casinha no final do caminho, com vários esconderijos, com tesouro enterrado. Eu me lembro de quando eu ia enterrar aquela fita, aquela foto, aquele anel. Acabei enterrando os abraços, ao invés.
É engraçado fazer piada com os próprios erros. Se achar uma idiota e, algumas semanas depois, fazer, de novo, a mesma coisa. É engraçado não conseguir desistir de quem já desistiu de você.
Mas, sem falar de abandonos, não é? Vamos voltar à floresta. Floresta é bom porque você pode gritar. É, gritar é bom.
Hoje eu quase gritei, mas os gritos saíram pelos olhos...
Fazia tempo que eu não chorava ouvindo Carvão, mas na parte do "me deixe aqui e solte a minha mão", caiu uma lágrima. Essa frase mistura um pesar com resignação e vontade. É, vontade. Me deixa! Me deixa aqui! Aqui é melhor sem você. Sim, é melhor. Solte a minha mão? Eu não queria... Esse vão... Esse vazio... Esse frio sem o calor dos teus dedos, sem seu toque no meu corpo, sem aquele nó. É, solte a minha mão, vai.
O céu nublado de hoje me faz pensar... O tempo fecha e chove. É, aqui chove. Melhor que chova do que guardar tudo isso aqui... Deixa sair, deixa cair, deixa surgir...
Eu não vou fugir, não vou renunciar a essas sensações, mas é que... Me dá uma coisa.
E quando eu estiver de novo desistindo, volto atrás. É, eu volto, porque algo me puxa... Puxa, mas devolve, não quer. Fui devolvida, de novo.
Mas então vai, inventa uma desculpa qualquer, me chama de volta, que eu volto. Eu corro em direção ao abismo e me afogo, e eu vou emergir de novo, não se preocupe. Estarei pronta pra quando você aparecer. Se os teus olhos vão se molhar por mim, minhas mãos vão secá-los. Fica tudo bem, e você volta a errar, e eu volto a ter essa vontade de correr pela floresta até a casinha e ficar, descansar, fugir de você. Vou pra lá, fique aí. Daqui a pouco, grite meu nome. Ou eu que vou querer escutar? De novo? Eu vou escutar, de novo.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Já voltei ¬¬
Depois de levar muitas broncas, decidi que não devo fechar o blog – por livre e espontânea pressão, continuarei escrevendo minhas besteiras aqui.
Enfim, acabo de chegar do médico. Ele disse que eu estou com gastrite por causa do stress. Oba, mais uma doença crônica pra adicionar à lista. Meu querido amigo NERVOSO me fez mais esse favor.
“Pára, muda”. Soa bonito, né. É. Quando é você quem diz, e não quem escuta. Estou ouvindo de todos os lados que assim eu vou ficar louca. Eu sei disso. As pessoas me dizem que eu não tenho problemas na vida, e, realmente, não tenho mesmo, exceto um: eu sinto demais.
Na volta pra casa eu estava pensando naquela velha frase “ficar sozinho é pra quem tem coragem” e mudei minha concepção sobre ela. Antes, eu pensava que ela se referia ao fato de termos que esquecer tantas lembranças lindas, fazer força pra passar num lugar e não chorar ao lembrar de algum momento, esse tipo de coisa. Mas, não, não é isso. Agora eu sei que a coragem é a de enfrentar o abandono. Não simplesmente o abandono material e físico: aquela pessoa não está mais lá pra te ouvir, apoiar, fazer companhia. O problema é que não há mais um abrigo. A coragem é pra enfrentar a insegurança que surge dessa solidão imposta. Pode ter sido imposta por mim mesma, mas foi. Ninguém quer terminar um namoro, mas termina. Ninguém quer passar semanas atendendo ao telefone naquela expectativa de “será que é ele?”, mas passa. O bom é que a gente esquece depois. Ou finge que esquece... Mas as coisas ficam guardadas, e atacam num momento de fragilidade... Não que meus problemas tenham surgido por isso, mas foi uma das causas. Claro, também tem todas as outras que não cabem aqui... Foram só divagações que eu quis anotar.
Tantos textos surgem inteirinhos na minha mente, mas se perdem num vazio que vem depois... A reflexão provoca pausas no pensamento, e até na respiração. Me dá vontade de fugir, mas fugir pra onde? Fugir de mim.
Eu estava pensando sobre isso enquanto lavava meus cabelos. Não precisava, mas lavei. Precisava sentir o cheiro bom de coisa limpa, limpando meus erros e minha sujeira que guardo aqui dentro e preciso expulsar de mim. Precisava esfregar minha cabeça pra ver se passava essa dor que insiste em se transportar do coração pra ela, causando enxaquecas que têm sido constantes. Precisava sentir a água limpa no meu corpo, pra me limpar dessas dúvidas, medos e angústias. Precisava me aquecer com esse vapor gostoso.
Enfim, estava eu pensando na felicidade... Há um tempo, conversei com alguém sobre ela, e chegamos à conclusão que a real felicidade só vem com o conhecimento, mas eu, por ser um ser em constante mutação, hoje descobri que não. É, hoje foi o dia de derrubar por terra todas as minhas teorias kkkkkkk
Eu pensei o seguinte: há dois tipos de felicidade. Uma é a ilusão, que é obtida através da ignorância. Essa é ótima, não há muitos obstáculos, pois a própria ignorância nos mantém ocupados com questões pouco importantes, que não são grandes o suficiente pra gerar qualquer tipo de temor ou tristeza. Mas ao nos aproximarmos do conhecimento, conseguimos perceber, de fora, a escuridão que essa ilusão continha. O caminho é longo e obscuro até o conhecimento. Aquela luz lá no final parece brilhar pouco, é muito fraca, às vezes até pensamos que não vale a pena. Mas essa vontade de emergir, de sobressair nesse mundo de normais que são loucos, de sobrepor, de não tomar como verdades todas essas mentiras que nos rodeiam, de todos os lados, que abafam nossos gritos, que nos enchem de aflição, que... Enfim, essa vontade é forte, e nos move em direção àquela luzinha fraca. Esse caminho, como eu disse, obscuro, é a tristeza em si. Nesse momento, percebemos que os problemas triviais já não têm a menor importância e nunca tememos enfrentá-los. É daí que vem a frase tão recorrente: “Carol, você não tem problemas”. Claro, esses probleminhas ridículos eu enfrento tranquilamente, nem arranha mais. O interessante é parar pra pensar nas grandes questões. E não precisa ir longe não, não precisamos discutir a falta de amor no mundo, a fome, a miséria, a guerra e as desgraças. Primeiro podemos nos ater ao autoconhecimento. Depois vem o mundo. Nem pretendo o mundo, ele é grande demais. Me contenho em tentar conhecer algum pedacinho útil em mim. E aí sim é que os grandes problemas surgem. Aí eu analiso as minhas relações, a minha família, meus amigos, os relacionamentos do passado, os que estão em construção, os que eu destruo todo dia. Esses problemas são de difícil solução e exigem uma força que vem não sei de onde, lá dentro, e me puxa, me faz flutuar. Quem diz que eu sou fraca porque fico sempre batendo na mesma tecla, é porque não sabe quantos degraus eu subi pra chegar até essa tecla aí, essa do abandono, da desilusão, do ceticismo, dos amores que acabam. Não, isso não é fraqueza, é força. É ter cabeça pra encarar essas questões e não apenas deixar passar como a maioria faz. Tudo passa. Eu sei que passa, mas eu quero viver isso, não quero expulsar de mim, quero que a tristeza cumpra seu papel, quero perceber cada sensação. Isso é tato. Eu sei que ando meio triste, mas isso não interessa muito, pra quem quiser, eu guardo a tristeza, não preciso mostrar. Posso passar o dia rindo. Penso muito em alguns problemas, mas posso passar o dia sem sequer mencioná-los. Aí vai de quem ta ouvindo, se se interessar, tudo bem, eu digo. Senão, tudo bem, vamos conversar besteira? Ok.
Pois é, acabei escrevendo um livro quase. Mas acabo esse livrinho dizendo o seguinte: meu momento ta péssimo mesmo, eu to um caco. Mas eu quero vivê-lo, me dê essa liberdade. Não tente me prender, eu me sinto muito bem, mesmo aprisionada em mim, no meu tempo. Deixe que eu viva o que eu preciso viver, deixe que eu amadureça com a minha calma habitual. Como eu já disse uma vez: “não adianta ter pressa ou querer parar o crepúsculo, porque ele vem, do mesmo jeito”. Eu quero esperar com calma, na varanda, o crepúsculo chegar. Quero beijar a lua ternamente. Quero que a noite dure pra me fazer enxergar melhor. Quero que a falta de luz me faça me ver, me permita gritar, correr, mas me impeça de fugir. Quero ver o sol voltar e me fazer enxergar os obstáculos transpostos. Quero poder olhar no espelho e pensar: eu fiz o que devia fazer, eu não pulei uma etapa, eu não esqueci do que ainda não era pra ser esquecido. Eu sobrevivi à solidão, ao abandono e ao esquecimento. Eu estou aqui, e sou minha, só minha. E a felicidade? É a conseqüência.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Intensidade
Eu sempre reclamo que eu sou muito intensa... e sou.
Minha vida inteira foi marcada por 8 ou 80.
Me lembro do primeiro cara que eu gostei.. como eu sofria.. escrevia milhares de cartas - que, ainda bem, não mandava - pintava o nome no caderno dentro de um coração, fazia vigília na porta da casa dele.. era bem ridículo.
Vieram outros namoricos e o meu primeiro amor.. posso dizer isso aqui, porque já disse a ele. E ele é um dos meus melhores amigos hj. Nossa, como eu me apaixonei... como eu inventei uma história na minha cabeça, que nunca tinha acontecido... como eu chorava no telefone de saudades, e quando a gente se via.. parecia que não precisava de mais nada, podia parar o tempo ali. Era bem engraçado pq eu sabia que não ia dar em nada, mas eu aproveitava ao máximo... minha inocência acabou ali.
Outros namoricos e veio meu primeiro namorado. Nos conhecemos num dia, dois dias depois estávamos namorando e ele me jurando amor eterno. Eu entrei nessa também, de que "a felicidade mora aqui comigo, até segunda ordem". Aos três meses eu realmente o amava... aos seis meses eu comecei a descobrir os defeitos e a monotonia dos dias sem graça que vivíamos. Foi a primeira vez que quis terminar. Deveria tê-lo feito? Acho que não.. me economizaria muitas experiências boas e ruins, que afinal serviram pra alguma coisa. Foram várias crises, várias mentiras, de ambos os lados. Depois foram as descobertas... descobrimos como o outro era e isso foi terrível pra mim. Eu percebi que aquele não seria meu marido, que não passaria a vida ao lado dele, porque simplesmente eu não poderia suportar. Ele, ao contrário, passou a me admirar, muito. Com 2 anos e 10 meses de namoro ele veio me buscar, eu sentei no carro e disse: eu não te amo mais, vc não me faz feliz e eu não quero continuar com essa situação. Ele me disse que eu era incrível, corajosa e a menina mais inteligente que ele havia conhecido... que eu teria muito sucesso na minha vida e iria longe por ser assim, como eu sou. Foi necessária muita coragem para, aos prantos, sair do carro e bater a porta pela última vez.
Cheguei em casa, sozinha. Não tinha fome, mas comi. Passei a tarde sem fazer nada, com um alívio misturado com vazio.
Eu fui intensa em tudo que vivi, cada pedacinho, cada dia, cada carta, palavra, telefonema, viagem...
Hoje, duas semanas depois do fim do meu namoro, minha mãe acorda meia noite e vem me dizer que tá preocupada comigo, porque eu esqueci do mundo e fico só na frente do pc. Eu disse, então, que não havia mais nada lá fora que me interessasse e que tudo que eu preciso está aqui mesmo, no mundo virtual. Tô de férias e a única coisa que eu não posso fazer qdo to em aula é descansar aqui, passar o tempo que eu quiser, fazendo coisas inúteis, e é isso que eu vou fazer agora, durante as férias. Depois eu saio, vou pra balada, janto fora, convido as amigas. Agora, não.
E não é depressão, não é rebeldia. É culpa, outra vez, da minha intensidade.
E a minha intensidade tá insistindo pra que eu apague tudo isso que escrevi... porque não ficou poético, não ficou bonito, não ficou interessante e não tá legal. Se vcs lerem isso, é porque eu venci a razão. hahahaha
Minha vida inteira foi marcada por 8 ou 80.
Me lembro do primeiro cara que eu gostei.. como eu sofria.. escrevia milhares de cartas - que, ainda bem, não mandava - pintava o nome no caderno dentro de um coração, fazia vigília na porta da casa dele.. era bem ridículo.
Vieram outros namoricos e o meu primeiro amor.. posso dizer isso aqui, porque já disse a ele. E ele é um dos meus melhores amigos hj. Nossa, como eu me apaixonei... como eu inventei uma história na minha cabeça, que nunca tinha acontecido... como eu chorava no telefone de saudades, e quando a gente se via.. parecia que não precisava de mais nada, podia parar o tempo ali. Era bem engraçado pq eu sabia que não ia dar em nada, mas eu aproveitava ao máximo... minha inocência acabou ali.
Outros namoricos e veio meu primeiro namorado. Nos conhecemos num dia, dois dias depois estávamos namorando e ele me jurando amor eterno. Eu entrei nessa também, de que "a felicidade mora aqui comigo, até segunda ordem". Aos três meses eu realmente o amava... aos seis meses eu comecei a descobrir os defeitos e a monotonia dos dias sem graça que vivíamos. Foi a primeira vez que quis terminar. Deveria tê-lo feito? Acho que não.. me economizaria muitas experiências boas e ruins, que afinal serviram pra alguma coisa. Foram várias crises, várias mentiras, de ambos os lados. Depois foram as descobertas... descobrimos como o outro era e isso foi terrível pra mim. Eu percebi que aquele não seria meu marido, que não passaria a vida ao lado dele, porque simplesmente eu não poderia suportar. Ele, ao contrário, passou a me admirar, muito. Com 2 anos e 10 meses de namoro ele veio me buscar, eu sentei no carro e disse: eu não te amo mais, vc não me faz feliz e eu não quero continuar com essa situação. Ele me disse que eu era incrível, corajosa e a menina mais inteligente que ele havia conhecido... que eu teria muito sucesso na minha vida e iria longe por ser assim, como eu sou. Foi necessária muita coragem para, aos prantos, sair do carro e bater a porta pela última vez.
Cheguei em casa, sozinha. Não tinha fome, mas comi. Passei a tarde sem fazer nada, com um alívio misturado com vazio.
Eu fui intensa em tudo que vivi, cada pedacinho, cada dia, cada carta, palavra, telefonema, viagem...
Hoje, duas semanas depois do fim do meu namoro, minha mãe acorda meia noite e vem me dizer que tá preocupada comigo, porque eu esqueci do mundo e fico só na frente do pc. Eu disse, então, que não havia mais nada lá fora que me interessasse e que tudo que eu preciso está aqui mesmo, no mundo virtual. Tô de férias e a única coisa que eu não posso fazer qdo to em aula é descansar aqui, passar o tempo que eu quiser, fazendo coisas inúteis, e é isso que eu vou fazer agora, durante as férias. Depois eu saio, vou pra balada, janto fora, convido as amigas. Agora, não.
E não é depressão, não é rebeldia. É culpa, outra vez, da minha intensidade.
E a minha intensidade tá insistindo pra que eu apague tudo isso que escrevi... porque não ficou poético, não ficou bonito, não ficou interessante e não tá legal. Se vcs lerem isso, é porque eu venci a razão. hahahaha
terça-feira, 7 de julho de 2009
O destino sempre me quis só!
Hoje começam minhas férias. Sozinha. Bem melhor que tédio a dois, convenhamos.
Super legal, um tempo pra mim. Regado a bastante música boa e bons livros.
E a tristeza?
Ela é um misto. Constante e passageira. Perene e volátil. Ela fica ali, escondida. Às vezes eu me faço escutar, às vezes é um silêncio que corrói tudo por dentro.
Meu coração está pesado, mas minha alma é leve. Leve por ter feito o que tinha que fazer, corrido o risco, apostado as fichas na solidão como a melhor companhia. Mas a lua está lá pra lembrar que ela passa uma semana vazia e depois de um tempo fica cheia. E os passarinhos continuarão cantando, todos os dias, me brindando com um "bom dia" preguiçoso.
A xícara de café ainda está em cima da mesa. No lugar em que sempre fica.
Eu não gosto de mudar as coisas de lugar... gosto da rotina, tudo do mesmo jeito, sempre. Gosto de prever o que vai me acontecer. Mas me sinto, agora, totalmente perdida. Não sei o que pensar, muito menos o que dizer a respeito dessa grande mudança que estou vivendo...
Fico perplexa com a minha capacidade de construção-desconstrução. Temo muito a minha inconstância, minha paixão, minha intensidade.
Eu sou uma pessoa apaixonada. Pela vida? Talvez. Sou apaixonada por tudo que me dê prazer, praticamente um "animal sentimental". Gosto de coisas novas, conhecimento, cultura, arte. Gosto de conhecer o que nunca me foi apresentado... gosto de novas regras, outros jogos. Isso explica as minhas tempestades sentimentais.
Eu nunca fiquei sozinha. Desde os 11 anos eu sou acompanhada pelo meu coração que vibra muito intensamente. Primeiro foi o vizinho da frente, seguiram-se os amores platônicos, os não-correspondidos, os não-inteiramente-correspondidos, os que eu não correspondi, e, finalmente, um namoro sério e longo. No meio desse caminho do meu último relacionamento, notei que havia algo errado.
Comecei a assistir novela. Por quê? Precisava viver outros amores, porque o que eu vivia, já não me bastava. Daí pra me apaixonar por todo o trabalho da Ana, foi um pulo. Porque, realmente, novela não é arte. Não pra mim. Precisava de algo verdadeiro pra gostar. Me aproximei mais e mais e com isso me preenchi. Foi o que faltava pra descobrir que o namoro tinha que acabar. E acabou. Agora, novos autores, novos artistas, novos filmes, diretores, novo modo de enxergar as coisas.
Essa inconstância de que eu falei às vezes é um grande defeito. A intensidade com que vivo meus sentimentos, também...porque... não que eu deixe de viver as coisas boas da vida... mas é que depois de um tempo, elas simplesmente não são tão boas assim, porque foram consideradas boas demais, e me decepcionaram.
Hoje, não me sinto vazia. Nem completa. Mas sigo meu caminho, sem olhar pra trás. E que venha o futuro, com todas as suas surpresas.
Super legal, um tempo pra mim. Regado a bastante música boa e bons livros.
E a tristeza?
Ela é um misto. Constante e passageira. Perene e volátil. Ela fica ali, escondida. Às vezes eu me faço escutar, às vezes é um silêncio que corrói tudo por dentro.
Meu coração está pesado, mas minha alma é leve. Leve por ter feito o que tinha que fazer, corrido o risco, apostado as fichas na solidão como a melhor companhia. Mas a lua está lá pra lembrar que ela passa uma semana vazia e depois de um tempo fica cheia. E os passarinhos continuarão cantando, todos os dias, me brindando com um "bom dia" preguiçoso.
A xícara de café ainda está em cima da mesa. No lugar em que sempre fica.
Eu não gosto de mudar as coisas de lugar... gosto da rotina, tudo do mesmo jeito, sempre. Gosto de prever o que vai me acontecer. Mas me sinto, agora, totalmente perdida. Não sei o que pensar, muito menos o que dizer a respeito dessa grande mudança que estou vivendo...
Fico perplexa com a minha capacidade de construção-desconstrução. Temo muito a minha inconstância, minha paixão, minha intensidade.
Eu sou uma pessoa apaixonada. Pela vida? Talvez. Sou apaixonada por tudo que me dê prazer, praticamente um "animal sentimental". Gosto de coisas novas, conhecimento, cultura, arte. Gosto de conhecer o que nunca me foi apresentado... gosto de novas regras, outros jogos. Isso explica as minhas tempestades sentimentais.
Eu nunca fiquei sozinha. Desde os 11 anos eu sou acompanhada pelo meu coração que vibra muito intensamente. Primeiro foi o vizinho da frente, seguiram-se os amores platônicos, os não-correspondidos, os não-inteiramente-correspondidos, os que eu não correspondi, e, finalmente, um namoro sério e longo. No meio desse caminho do meu último relacionamento, notei que havia algo errado.
Comecei a assistir novela. Por quê? Precisava viver outros amores, porque o que eu vivia, já não me bastava. Daí pra me apaixonar por todo o trabalho da Ana, foi um pulo. Porque, realmente, novela não é arte. Não pra mim. Precisava de algo verdadeiro pra gostar. Me aproximei mais e mais e com isso me preenchi. Foi o que faltava pra descobrir que o namoro tinha que acabar. E acabou. Agora, novos autores, novos artistas, novos filmes, diretores, novo modo de enxergar as coisas.
Essa inconstância de que eu falei às vezes é um grande defeito. A intensidade com que vivo meus sentimentos, também...porque... não que eu deixe de viver as coisas boas da vida... mas é que depois de um tempo, elas simplesmente não são tão boas assim, porque foram consideradas boas demais, e me decepcionaram.
Hoje, não me sinto vazia. Nem completa. Mas sigo meu caminho, sem olhar pra trás. E que venha o futuro, com todas as suas surpresas.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Daria pra escrever um livro...
Se eu fosse contar...
Eu ando pelas ruas de outono, meus passos ficam lá, sobre as folhas que o vento vai acabar levando, ninguém sabe pra onde...
Tem algumas flores na estrada...
Mas será que eu deveria voltar?
Será que sem vc não há mais nada?
Lógico que há muito, há um mundo!
E quando o resto, fora nós, se resumia a tédio e pó? Não é mais assim.
Mas se eu for procurar seu passo incerto, te olhar de frente, acabar com essa distância entre nós dois? Não quero te prender, não quero te perder. Não quero ter que escolher entre vc e o mundo, quero poder partir e quero poder ficar.
Se quiser sair, a porta nem existe, sai.
Mas... de que vale seu cabelo liso e as ideias enroladas dentro da sua cabeça??
Post totalmente enrolado, chega a ser CRESPO hahahah!
Eu ando pelas ruas de outono, meus passos ficam lá, sobre as folhas que o vento vai acabar levando, ninguém sabe pra onde...
Tem algumas flores na estrada...
Mas será que eu deveria voltar?
Será que sem vc não há mais nada?
Lógico que há muito, há um mundo!
E quando o resto, fora nós, se resumia a tédio e pó? Não é mais assim.
Mas se eu for procurar seu passo incerto, te olhar de frente, acabar com essa distância entre nós dois? Não quero te prender, não quero te perder. Não quero ter que escolher entre vc e o mundo, quero poder partir e quero poder ficar.
Se quiser sair, a porta nem existe, sai.
Mas... de que vale seu cabelo liso e as ideias enroladas dentro da sua cabeça??
Post totalmente enrolado, chega a ser CRESPO hahahah!
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Acontecem coisas...
...na vida da gente, que nem mesmo a gente acredita que aconteceram. Às vezes é pq nem era pra acreditar.
Tô tão desanimada dessa vida de estudar, não estudei mais, quero ver nas provas.
Hoje, por exemplo. Esperei terminar de baixar o dvd que eu tava baixando (4,3 Gb, por torrent, com velocidade lastimável, passei dias pra conseguir terminar ... ) e aí assisti. Depois fui pro violão tentar passar do Si bemol pro Si menor. E eu vou conseguir fazer isso rápido, e fazer sair um som decente ao mesmo tempo. Quero ver só.
Aí fui ler o livro II do Vendedor de Sonhos pq a Kariny me emprestou do nada, sem eu pedir, e aí vou ler pq eh mais um motivo pra eu não estudar. Só então peguei meu lap top e levei pra cama pq nao tava com paciência pra ficar sentada numa mesa. Abri o livro de direito comercial e fui ver a questão dos arquivamentos na Junta Comercial lá. Tanta coisa que pode com tanta exceção q eu fui ficando louca, ficando louca, que desisti. Ah não, não sei isso e não vou saber nunca. Igual não vou saber nunca tocar uma música da Ana Carolina. Pq q essa mulher não faz uns acordes normais? Pq o dedinho dela alcança casas que o meu não? Só pq ela toca há mais de vinte anos e eu há menos de dois meses? Ah, que bonito. Vou desistir disso também. De tudo, legal?!
Ah, foi só um desabafo.
E aquilo que aconteceu, me perguntaram. É segredo.
Será que eu acredito? Será que eu to me enganando? Mas nem é tão importante assim, a ponto de eu me preocupar.
Desculpa se te olho profundamente, pq tudo que vivi foi intensamente, e eu não sei mais nada.
Tô tão desanimada dessa vida de estudar, não estudei mais, quero ver nas provas.
Hoje, por exemplo. Esperei terminar de baixar o dvd que eu tava baixando (4,3 Gb, por torrent, com velocidade lastimável, passei dias pra conseguir terminar ... ) e aí assisti. Depois fui pro violão tentar passar do Si bemol pro Si menor. E eu vou conseguir fazer isso rápido, e fazer sair um som decente ao mesmo tempo. Quero ver só.
Aí fui ler o livro II do Vendedor de Sonhos pq a Kariny me emprestou do nada, sem eu pedir, e aí vou ler pq eh mais um motivo pra eu não estudar. Só então peguei meu lap top e levei pra cama pq nao tava com paciência pra ficar sentada numa mesa. Abri o livro de direito comercial e fui ver a questão dos arquivamentos na Junta Comercial lá. Tanta coisa que pode com tanta exceção q eu fui ficando louca, ficando louca, que desisti. Ah não, não sei isso e não vou saber nunca. Igual não vou saber nunca tocar uma música da Ana Carolina. Pq q essa mulher não faz uns acordes normais? Pq o dedinho dela alcança casas que o meu não? Só pq ela toca há mais de vinte anos e eu há menos de dois meses? Ah, que bonito. Vou desistir disso também. De tudo, legal?!
Ah, foi só um desabafo.
E aquilo que aconteceu, me perguntaram. É segredo.
Será que eu acredito? Será que eu to me enganando? Mas nem é tão importante assim, a ponto de eu me preocupar.
Desculpa se te olho profundamente, pq tudo que vivi foi intensamente, e eu não sei mais nada.
domingo, 17 de maio de 2009
os pingos nos is
As coisas deveriam ser mais fáceis.
Pq será que eu sinto tudo tão intensamente?
Um pingo vira um I inteiro.
Eu não gosto de escrever demais, me expor demais, e também, pq ninguém entenderia nada.
Mas a questão é que eu preciso.
Eu não queria ser o espinho da rosa pra tanta gente. Não queria não fazer bem, não queria só conseguir ficar muda, ao invés de falar, falar até acabar as palavras.
Eu queria ir viajar, sumir do mapa. Ir pra África e usar todos aqueles colares. Eu queria ser independente de tudo aquilo em que sou viciada. Queria só guardar o que me faz bem. Queria esquecer tudo de errado que eu fiz e que me fizeram. Queria ser sincera, não só com os outros, mas comigo. Queria ter coragem de fazer o que eu quero e não pensar no amanhã, Mas será que se eu fizesse eu me arrependeria? Mas será que eu tenho certeza?
E se às vezes eu abro a janela nesse frio e fico debruçada, procurando onde está a lua, se eu lembro da música do Charlie Brown (Mas ela vai voltar) e daquele dia que a gente foi fazer o trabalho do Crime do Padre Amaro, e se eu deixei tanta coisa pra trás, inclusive sonhos irreais, pra sempre irreais; se deixei passar oportunidades; se perdi possibilidades.. será que me perdi também?
E por quê não dá pra formatar a memória???
E sempre que eu passar por aquela árvore.... ela ainda estará lá. E todas aquelas ruas. E todas aquelas tardes.
Já gostei de tanta gente, já tive tantos "amigos" errados. Mas sempre parece a primeira vez. E por quê eu ainda tô pagando por tudo isso?
Queria embrulhar tudo e mandar pra longe. Guardar pra viagem. Deixar na dispensa. Em modo de espera. Em descanso de tela.
E agora que inventaram aquela máquina que o coração bate fora do corpo?? Vou mandar tirar o meu. E precisa também de uma máquina pro cérebro. Ai arrancava esse também.
Mas me enxer de falsas esperanças eu não vou mais.
Não vou mais acreditar, por mais que me doa.
Vai doer mais se eu acreditar.
E como diz aquela música
Mas eh melhor ficar sozinha, q eh pra não ficar pior.
Pq será que eu sinto tudo tão intensamente?
Um pingo vira um I inteiro.
Eu não gosto de escrever demais, me expor demais, e também, pq ninguém entenderia nada.
Mas a questão é que eu preciso.
Eu não queria ser o espinho da rosa pra tanta gente. Não queria não fazer bem, não queria só conseguir ficar muda, ao invés de falar, falar até acabar as palavras.
Eu queria ir viajar, sumir do mapa. Ir pra África e usar todos aqueles colares. Eu queria ser independente de tudo aquilo em que sou viciada. Queria só guardar o que me faz bem. Queria esquecer tudo de errado que eu fiz e que me fizeram. Queria ser sincera, não só com os outros, mas comigo. Queria ter coragem de fazer o que eu quero e não pensar no amanhã, Mas será que se eu fizesse eu me arrependeria? Mas será que eu tenho certeza?
E se às vezes eu abro a janela nesse frio e fico debruçada, procurando onde está a lua, se eu lembro da música do Charlie Brown (Mas ela vai voltar) e daquele dia que a gente foi fazer o trabalho do Crime do Padre Amaro, e se eu deixei tanta coisa pra trás, inclusive sonhos irreais, pra sempre irreais; se deixei passar oportunidades; se perdi possibilidades.. será que me perdi também?
E por quê não dá pra formatar a memória???
E sempre que eu passar por aquela árvore.... ela ainda estará lá. E todas aquelas ruas. E todas aquelas tardes.
Já gostei de tanta gente, já tive tantos "amigos" errados. Mas sempre parece a primeira vez. E por quê eu ainda tô pagando por tudo isso?
Queria embrulhar tudo e mandar pra longe. Guardar pra viagem. Deixar na dispensa. Em modo de espera. Em descanso de tela.
E agora que inventaram aquela máquina que o coração bate fora do corpo?? Vou mandar tirar o meu. E precisa também de uma máquina pro cérebro. Ai arrancava esse também.
Mas me enxer de falsas esperanças eu não vou mais.
Não vou mais acreditar, por mais que me doa.
Vai doer mais se eu acreditar.
E como diz aquela música
Mas eh melhor ficar sozinha, q eh pra não ficar pior.
terça-feira, 28 de abril de 2009
O que é o que é ;c
E quem sabe o q vai ser de nós?
Mas ainda me dá um arrepio, uma coisa no coração, um frio na barriga, uma ansiedade.
Mas não há NADA além disso :)
'talvez a gnt se reencontre
talvez não passe de passado
talvez a lembrança seja mais bonita
uma hipótese não vale uma vida.
"A beleza de ser
Um eterno aprendiz...
Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita...
E a vida!
E a vida o que é?
Diga lá, meu irmão
Ela é a batida
De um coração
Ela é uma doce ilusão
Hê! Hô!...
E a vida
Ela é maravilha
Ou é sofrimento?
Ela é alegria
Ou lamento?
O que é? O que é?
Meu irmão...
Há quem fale
Que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo...
Há quem fale
Que é um divino
Mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor...
Você diz que é luxo e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é
E o verbo é sofrer..."
Mas ainda me dá um arrepio, uma coisa no coração, um frio na barriga, uma ansiedade.
Mas não há NADA além disso :)
'talvez a gnt se reencontre
talvez não passe de passado
talvez a lembrança seja mais bonita
uma hipótese não vale uma vida.
"A beleza de ser
Um eterno aprendiz...
Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita...
E a vida!
E a vida o que é?
Diga lá, meu irmão
Ela é a batida
De um coração
Ela é uma doce ilusão
Hê! Hô!...
E a vida
Ela é maravilha
Ou é sofrimento?
Ela é alegria
Ou lamento?
O que é? O que é?
Meu irmão...
Há quem fale
Que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo...
Há quem fale
Que é um divino
Mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor...
Você diz que é luxo e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é
E o verbo é sofrer..."
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Eu nem ia escrever hj...
Mas aí, como ninguém lê, e nem é pra ler mesmo :P eu vou escrever de novo sim pq o blog é meu e eu q mando... aliás, essa M* é só um registro pra mim :D
A questão é:
Doença somática? huahuahua deve ser mesmo. Dor de cabeça todo dia, o dia inteiro.. problemas emocionais, de fundo "fauldade+namoro=cagada" me tomaram conta. Não posso fazer nada pra impedir.
Nós éramos duas crianças, fazendo o que crianças não deveriam fazer. Me apaixonei cedo demais. Mas e o amor? Quando que ele chegou? Se chegou, foi sem avisar.. se foi embora, também.
Cadê aquele sorriso no rosto logo quando ele chegava? Agora só abro a boca é pra reclamar pq é q ele demorou.
E quando eu acordava muito feliz pq a primeira coisa q eu pensava era: ai, hj ele vem aki, hj vai ser um dia diferente dos outros, pq ele vai tah comigo, vai ser bem melhor!
E agora? acordo indiferente, me arrumo indiferentemente, espero ele chegar, atrasado, e vejo ele deitar na cama e fechar os olhos, ao invés de conversar. Vejo ele ligar a tv e ficar prestando atenção, ouço ele falar coisas desinteressantes, que ele sabe que nao quero ouvir... não tenho mais o que dizer sobre o meu dia, pq nao acho q nada do q eu fiz interessaria a ele verdadeiramente também...
Se o ceticismo dominou o sentimento que eu tinha? Se depois das pequenas decepções, dos pequenos erros, das pequenas atitudes que ele não tomou, tudo isso se juntar e formar um gigante contra nós?
Só posso dizer que o que tiver que ser será, e eu tenho certeza que vou enxergar o caminho certo.. vai caber a nós dois trilhá-lo... juntos ou separados, como for.
Só espero que o link desse blog não chegue a ele, ainda bem q nem orkut ele tem :P
A questão é:
Doença somática? huahuahua deve ser mesmo. Dor de cabeça todo dia, o dia inteiro.. problemas emocionais, de fundo "fauldade+namoro=cagada" me tomaram conta. Não posso fazer nada pra impedir.
Nós éramos duas crianças, fazendo o que crianças não deveriam fazer. Me apaixonei cedo demais. Mas e o amor? Quando que ele chegou? Se chegou, foi sem avisar.. se foi embora, também.
Cadê aquele sorriso no rosto logo quando ele chegava? Agora só abro a boca é pra reclamar pq é q ele demorou.
E quando eu acordava muito feliz pq a primeira coisa q eu pensava era: ai, hj ele vem aki, hj vai ser um dia diferente dos outros, pq ele vai tah comigo, vai ser bem melhor!
E agora? acordo indiferente, me arrumo indiferentemente, espero ele chegar, atrasado, e vejo ele deitar na cama e fechar os olhos, ao invés de conversar. Vejo ele ligar a tv e ficar prestando atenção, ouço ele falar coisas desinteressantes, que ele sabe que nao quero ouvir... não tenho mais o que dizer sobre o meu dia, pq nao acho q nada do q eu fiz interessaria a ele verdadeiramente também...
Se o ceticismo dominou o sentimento que eu tinha? Se depois das pequenas decepções, dos pequenos erros, das pequenas atitudes que ele não tomou, tudo isso se juntar e formar um gigante contra nós?
Só posso dizer que o que tiver que ser será, e eu tenho certeza que vou enxergar o caminho certo.. vai caber a nós dois trilhá-lo... juntos ou separados, como for.
Só espero que o link desse blog não chegue a ele, ainda bem q nem orkut ele tem :P
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Dia 15 de abril
O medo e as lembranças ruins me perseguem, as noites não têm paz, não dá vontade de seguir em frente, não dá mais pra ficar parada. Meus pés não traçam o caminho certo, não traçam caminho nenhum. O mundo de repente voltou-se contra mim? Mas oq há de errado? O q eu fiz? O q ele fez? O q nós fizemos com nós mesmos? O que vai ser de mim, de nós, de você daqui pra frente? Pro resto, pro fim?
Os fins não são mais os mesmos, quando você já presenciou vários, viveu tanto, sofreu, sentiu e acabou. O que define um sentimento? Quem diz quando ama, quando não ama, quem explica?
Se às vezes parece que não está nada bem, nada dá certo, o rumo é outro mesmo, não é esse, não é possível? E o curso está tão difícil, as amizades se esvaindo, pessoas pensando o que não devem, eu cultivando mais e mais inimigos, falta de vontade de abrir os olhos.
E se a gente pudesse deitar, tirar umas férias, e só voltar quando o mundo voltasse a ser azul?
Por quê o ser humano tem tanta dificuldade em lidar com as coisas ruins? Por quê a vida da gente vai e volta, faz várias paradas, mas está sempre na mesma estrada? As pessoas entram e saem do nosso caminho, às vezes fazem diferença, às vezes só atrapalharam.
Devo dar mais valor ao que eu tenho ou simplesmente perceber o quanto tudo isso não vale absolutamente nada?!
Os fins não são mais os mesmos, quando você já presenciou vários, viveu tanto, sofreu, sentiu e acabou. O que define um sentimento? Quem diz quando ama, quando não ama, quem explica?
Se às vezes parece que não está nada bem, nada dá certo, o rumo é outro mesmo, não é esse, não é possível? E o curso está tão difícil, as amizades se esvaindo, pessoas pensando o que não devem, eu cultivando mais e mais inimigos, falta de vontade de abrir os olhos.
E se a gente pudesse deitar, tirar umas férias, e só voltar quando o mundo voltasse a ser azul?
Por quê o ser humano tem tanta dificuldade em lidar com as coisas ruins? Por quê a vida da gente vai e volta, faz várias paradas, mas está sempre na mesma estrada? As pessoas entram e saem do nosso caminho, às vezes fazem diferença, às vezes só atrapalharam.
Devo dar mais valor ao que eu tenho ou simplesmente perceber o quanto tudo isso não vale absolutamente nada?!
Assinar:
Postagens (Atom)